NOOSFERA
  

ALCKMIM MENTE!!!

 


AVIÃO FOI VENDIDO DEPOIS DO FIM DA GESTÃO ALCKMIN



Quarta-Feira, 11 de outubro de 2006, 02h49 (do portal Terra)



Ao referir-se ao avião presidencial no debate de domingo na TV Bandeirantes como "Aerolula", o candidato do PSDB Geraldo Alckmin informou que vendera os dois aviões que pertenciam ao governo do estado de São Paulo e doara os helicópteros para a Polícia. Alckmin disse ainda que, se eleito presidente, venderia o "Aerolula para construir cinco hospitais".


Informações oficiais do atual governo de São Paulo, repassadas na noite de ontem a Terra Magazine, dão conta de que o estado de fato vendeu os dois aviões, mas um deles foi vendido quando Alckmin já nem era o governador. A primeira aeronave de que o governo se desfez foi o PT-LER, leiloada em março de 2005 - quatro anos depois que Alckmin assumiu o governo do estado - por R$ 1,1 milhão. O outro, um jato PP-LHB, foi leiloado em 29 de junho último, três meses, portanto, depois de o tucano se licenciar do governo para lançar candidatura à Presidência. A aeronave foi, como se percebe, vendida na gestão Cláudio Lembo.


Segundo a Secretaria de Comunicação do governo de São Paulo, os dois aviões não foram leiloados antes "por falta de oferta". A assessoria afirma ainda que o candidato tucano usou o PP-LHB por toda a sua gestão. [leia aqui a matéria completa]

 

* * *

 

Além disso, tem mais:

 

 

O candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, gastou R$ 130 milhões com passagens aéreas e aluguel de veículos e aeronaves entre 2001 e 2005, quando governou o Estado de São Paulo. O valor, confirmado pelo Sistema de Gerenciamento da Execução Orçamentária do estado (Sigeo), seria mais do que suficiente para comprar um Airbus igual ao que ficou conhecido como 'Aerolula'. Ou seja: em apenas quatro anos, Alckmin gastou com deslocamentos mais do que o valor de uma aeronave cujo tempo de vida é estimado em 30 anos.



Mesmo assim, o ex-governador classificou a compra do avião como 'dinheiro jogado fora', em declaração feita durante debate com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último domingo, na TV Bandeirantes.
O eleitor de São Paulo precisa saber quem é que está manipulando informações e 'jogando dinheiro fora'. Segundo o Sigeo, as despesas com locação de veículos e aeronaves cresceram 623,17% entre 2001 e 2005 em São Paulo, passando de R$ 5,39 milhões para R$ 39,04 milhões. Com passagens, houve aumento de 118,5% nos gastos, passando de R$ 4,9 milhões para R$ 10,71 milhões no mesmo período.



Embora Alckmin tenha dito que seu governo vendeu as aeronaves do Estado, as vendas não constam da relação de bens alienados na Assembléia Legislativa. Além disso, a proposta de Lei Orçamentária de 2007 prevê um valor de R$ 3,08 milhões para a manutenção de três aeronaves e uma quarta aparece na relação.

 

Via: Blog do Zé Dirceu



Escrito por NOOS às 11h06
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BOLSA FAMÍLIA CHEGA A NY!!!

 

Com o perdão da cópia literal (via: O Escriba), ai vai mais um golpe ‘neles’:

 

Enquanto por aqui os sinhôzinhos descem a lenha no carro-chefe do Fome Zero, lá fora ele conquista os que pensam adiante.

Escrito por NOOS às 09h30
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PESQUISA!!!

 

Eu disse à amigos que a ‘atuação’ do ‘Chuchu com Pimenta’, no debate de domingo, seria avaliada como negativa por seu próprio eleitorado. Não deu outra. Ser oposição a alguém ou a algo tudo bem, faz parte do jogo democrático, mas ser desrespeitoso com o líder máximo da nação (queiram ou não, os tucanos e pefelistas, Lula é o presidente eleito do Brasil) só poderia dar nisso. Vejam:

 

Folha de São Paulo - Lula amplia vantagem sobre Alckmin, diz Datafolha

 

Fernando Rodrigues - Lula cresceu no eleitorado alckmista



Escrito por NOOS às 09h16
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SEGURANÇA PÚBLICA!!!

 

Quem responde por ela em nosso Estado? O Secretário (indicado por Alckmim) não fala! O comandante da polícia (indicado por Alckimim) também não fala. O Alckmim... Bem, o Alckmim...

 

Veja o Filminho no YouTube.



Escrito por NOOS às 09h10
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ANÃO DO ORÇAMENTO COORDENA CAMPANHA DE ALCKMIM!!!

Via: Clipping Planejamento - Valor econômico

 

A escolha do senador Sérgio Guerra (PSDB-PE) para a coordenação política da campanha de, Geraldo Alckmin (PSDB), à Presidência da República, é um passo do ex-governador tucano na busca pela tríplice aliança entre seu partido, o PMDB e o PFL. A escolha do senador é a busca pelo "know-how" desta aliança no único Estado que a manteve estável por oito anos. Sérgio Guerra é um dos políticos com maior proximidade do fiador desta aliança, o ex-governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos (PMDB), que desincompatibilizou-se na semana passada. Guerra foi pré-candidato ao governo e abriu mão de disputar em favor do vice-governador, Mendonça Filho (PFL). A escolha do vice pefelista para sucedê-lo foi um compromisso assumido por Jarbas para firmar a aliança que o elegeu em 1998. O PSDB ainda não desistiu de ter o PMDB na chapa e o governador de Pernambuco é o único nome que, por hora, levaria o PFL a abrir mão da vice.

 

A missão de Guerra é reverter o acachapante favoritismo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na região. Na última pesquisa Datafolha, de 17 de março, Lula colheu 45% das intenções de voto na região, enquanto Alckmin tinha 4%.

 

Aos 58 anos, Guerra já transitou por praticamente todo o espectro político do Estado, à exceção do PT. Seu primeiro mandato de deputado estadual, em 1982, foi pelo PMDB. Reelegeu-se em 1986 pelo PDT. Em 1990, mudou-se para o PSB e elegeu-se deputado federal. Integrou o governo Miguel Arraes (1990-1994) ocupou as pastas de Indústria, Comércio e Turismo e também a de Ciência e Tecnologia. Ficou no PSB até 1999.

 

Já no primeiro mandato como deputado federal, Guerra integrou a Comissão do Orçamento, cargo que ocupou até 1999. Nesta ocasião teve o seu nome envolvido no "escândalo dos anões do Orçamento". Acabou sendo inocentado das acusações. Na época o relator da CPI que investigava o caso era o ex-prefeito do Recife, Roberto Magalhães*.

 

Livre das acusações, Guerra então mudou-se novamente de partido, desta vez para o PSDB. Licenciou-se do mandato de deputado para ser secretário de Desenvolvimento Urbano de Jarbas Vasconcelos. A atividade parlamentar foi retomada em junho de 2000. Logo em seguida saiu como candidato a vice-prefeito da capital pernambucana na chapa de Roberto Magalhães (PFL). Com a derrota para o candidato petista João Paulo, Guerra voltou à Câmara de onde saiu credenciado para disputar uma vaga ao Senado juntamente com Marco Maciel (PFL). Foi eleito com cerca de 1,6 milhão de votos, boa parte deles creditados a Jarbas.

 

Pergunta do Blog: Será que o Alckmim sabe???

 

____________________

* Aliado de Jarbas Vasconcelos.



Escrito por NOOS às 16h16
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PRA NÃO CAIR NO ESQUECIMENTO!!!

 

Quando lhe convém a mídia diz que o povo brasileiro não tem memória. Ou, tem memória curta. Até perguntam - para os pobres incautos - em quem votaram para deputados nas eleições passadas. Caso o ‘ignorante’ não saiba, pronto! Estão dadas as condições para encaixar a teoria na realidade. Só omitem o seguinte: ELES – A MÍDIA – SÃO OS MAIORES RESPONSÁVEIS PELO “ESQUECIMENTO” DO POVO. Quer ver, então vão aí dois casos recentes que já estão sendo esquecidos:

 

Caso 1: A Mídia (isso mesmo, a mídia) condenou o chefe da segurança do presidente Lula, Freud Godoy. Pois bem, a PF e o Ministério Público dizem que NÃO HÁ PROVAS CONTRA ELE. A imprensa se calou. Há um ESQUECIMENTO sobre o caso. Depois é o povo que se esquece das coisas.

 

Caso 2: Há alguns dias postei um texto aqui sobre a fraude das cédulas de ‘boca de urna’ (já se configuram duas fraudes), com o seguinte título: FAUDE! COMO É QUE VAI SE COMPORTAR O TSE AGORA? Pois bem, a mídia já se esqueceu do fato. Aliás, nem comentou nada sobre ele. Mas, para que – pelo menos – essa não caia no esquecimento, vou postar de novo, ok?

 

 

FAUDE! COMO É QUE VAI SE COMPORTAR O TSE AGORA?

 

Panfletos traziam foto de Lula junto ao número de Alckmin

 

Via: amigos do presidente Lula

 
Santinhos com a foto do candidato à releeição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocada sobre o número da legenda de Geraldo Alckmin (PSDB) foram distribuídos no último domingo, dia de eleição. Os panfletos foram entregues na zona rural de Pernambuco, na região de Santa Maria da Boa Vista.

  

Segundo Vandinho Dias, do site Supramax, os papéis - que também traziam fotos, nomes e números de candidatos PFL e PMDB - estavam sendo entregues por cabos eleitorais a pessoas de aparência humilde e roupas simples. "A intenção era levar os eleitores menos instruídos a votarem no Alckmin pensando ser o Lula", avalia Vandinho.

A Polícia Federal recolheu parte do material que estava exposto perto de um local de votação e já realiza investigação em busca da gráfica e dos distribuidores dos santinhos. Há indícios de que esta prática também tenha ocorrido em outras regiões.

O internauta Vandinho Dias, de Permanbuco, participou do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra.

  

* * *

 Comentário do Blog: Será que foi só por lá? Quem é o responsável? Qual o prejuízo da candidatura Lula (em votos) com essa FRAUDE? Como agirá o Ministro Marco Aurélio Mello neste caso (contra o PT e Lula ele foi contundente, falou até em impugnação de candidatura)? Quando é que a imprensa irá noticiar o fato?

 

As perguntas acima têm que ser respondidas, senão... Senão nada, o primeiro turno já está sob SUSPEIÇÃO. Sugiro ao PT que entre com um pedido para que haja observadores internacionais, pois o GOLPE será dado durante o processo eleitoral, aliás – como vocês podem ver abaixo – o GOLPE já começou no primeiro turno.



Escrito por NOOS às 11h16
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MORALISMO, INEFICIÊNCIA E ATRASO


LEONARDO AVRITZER


GERALDO ALCKMIN é um candidato conservador nos dois principais significados que o termo permite: no de preservar o status quo dos setores dominantes da sociedade brasileira e no de capitanear uma reação conservadora nas poucas áreas nas quais o Brasil mudou nos últimos anos: nos campos do pluralismo moral e religioso, das políticas heterodoxas na economia e das políticas de direitos humanos. Permitam-me elaborar de que maneira Alckmin é conservador em cada um deles.


Nos governos FHC e Lula, o Brasil avançou significativamente na separação entre religião e Estado e na aceitação do pluralismo religioso. Essa é uma dimensão central do republicanismo e de um importante processo de pluralização moral da sociedade brasileira. Alckmin parece ser, nesse quesito, o mais conservador dos candidatos à Presidência desde a redemocratização.

 

Suas relações com o Opus Dei incluem, segundo a revista "Época", ter um confessor ligado à ordem e realizar reuniões periódicas com membros da ordem no Palácio dos Bandeirantes. Essas relações revelam uma mistura perigosa entre religião e Estado e entre público e privado.


Além disso, o Opus Dei é conhecido internacionalmente por ligações escusas e secretas com o poder político. Alckmin rejeitou falar sobre suas relações com o Opus Dei na campanha. O Brasil pode se surpreender com essas relações caso escolha Alckmin.


No que diz respeito à questão econômica, um consenso tem se formado no Brasil nos últimos anos acerca dos limites das políticas neoliberais. Os quatro anos do segundo mandato FHC foram os anos de menor crescimento econômico na história recente do país. O crescimento nos últimos quatro anos foi um pouco melhor, mas aquém do que o país necessita.


Nesse momento, o consenso maior dentro do governo Lula é por uma política mais agressiva de crescimento econômico. Alckmin tende a reverter o debate econômico na direção da retomada das privatizações. Segundo a revista "Exame", Alckmin estaria muito próximo de economistas liberais ortodoxos como Malan, Armínio Fraga e José Pastore. Suas prioridades para a economia seriam o corte de gastos públicos, uma nova reforma previdenciária e a retomada das privatizações.


No caso mais conhecido de privatização hoje em São Paulo, o da linha 4 do Metrô, o Estado investirá 70% dos recursos, e a receita tarifária ficará integralmente com o parceiro privado por 30 anos. Esse é o padrão de privatização que podemos esperar em uma era Alckmin. Ele certamente significará índices muito baixos ou nulos de crescimento econômico motivados pelo fundamentalismo neoliberal.


O último ponto é a política de segurança e de direitos humanos. Alckmin tem uma política de segurança que, ao mesmo tempo, desrespeita os direitos humanos e é ineficiente. A sua apologia da violência policial e sua política carcerária parecem ter sido capazes de conjugar o pior dos dois mundos. O resultado todos conhecem: o aumento da população carcerária do Estado somente ampliou a vulnerabilidade do cidadão comum e sua insegurança física.


Nesse caso, o conservadorismo tem duas facetas: a incapacidade de pensar uma política de segurança moderna, aliada ao desrespeito secular das elites pelos direitos da população mais pobre. O resultado, mais uma vez, é uma política conservadora tanto nas suas concepções morais quanto no seu resultado administrativo.


Responder se Alckmin é um candidato conservador não significa necessariamente fazer um juízo de valor acerca do conservadorismo. Afinal, existem momentos nos quais conservar elementos da ordem política pode ser considerado uma atitude positiva.


Mas não é esse o caso da candidatura Alckmin. Ela é conservadora em dois sentidos muito específicos: no de querer retornar a um status quo que não permitirá o crescimento econômico nos próximos anos e no de querer insistir em valores morais próprios de uma sociedade oligárquica que contrariam uma agenda de ampliação de direitos no país.

 
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LEONARDO AVRITZER, 47, mestre em ciência política e doutor em sociologia, é professor do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).



Escrito por NOOS às 09h37
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