NOOSFERA
  

O NOBLAT RETOMA O BOM SENSO, PELO MENOS NESSA HISTÓRIA!!! - continuação...

  

Líderes políticos com o peso de Bornhausen, Alckmin e Serra não podem bancar acusações sem que elas antes tenham sido provadas. Dizer que o PT "pode estar manipulando essas ações" é igual a dizer que ele também pode não estar.

 

Falar em "coisa estranha" dada à época em que ocorre serve apenas para confundir e desviar o foco das discussões. É pura leviandade.

 

O PCC nasceu em 1993 na penitenciária de Taubaté, interior de São Paulo, depois que mais de 100 presos foram mortos um ano antes naquele que se tornaria conhecido como "o massacre do Carandiru".

 

Criado, de início, para defender os interesses dos presos, o PCC cresceu e passou a mandar nas 40 penitenciárias paulistas. Logo entrou em choque com o PSDB que assumiu o governo de São Paulo em 1995 com a eleição de Mário Covas.

 

Em 2001, o PCC liderou a maior rebelião da história penitenciária de São Paulo. Ela atingiu 29 presídios e terminou com um saldo de 16 mortos.

 

O troco veio um ano depois: 12 líderes do PCC foram mortos pela polícia na rodovia Castelo Branco. Deu-se ao episódio o nome de "Emboscada da Castelinho".

 

O governo paulista anunciou o fim do PCC em novembro daquele mesmo ano. Na época, o diretor da Delegacia Especializada no Crime Organizado, Godofredo Bittencourt, garantiu que a organização criminosa falira.

 

- O PCC não morde mais ninguém -, comemorou.

 

Era história para boi dormir. O PCC não só se manteve forte nos presídios como passou a comandar os crimes praticados fora deles. Aliou-se, por exemplo, ao Comando Vermelho do Rio de Janeiro.

 

Em 13 anos de existência, o PCC gastou onze em guerra contra governos do PSDB e agora do PFL.

 

É natural que tenha como principal inimigo quem o combate há tanto tempo. Em hora de enfrentamento, também é natural que pense em retaliar seu principal inimigo.

 

O PSDB e o PFL ultrapassam o limite da irresponsabilidade quando insinuam sem provas e de maneira criminosa que o PCC atua como braço armado do PT.

 

Quem pariu o PCC ou o viu nascer que o embale.

 



Escrito por NOOS às 12h30
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O NOBLAT RETOMA O BOM SENSO, PELO MENOS NESSA HISTÓRIA!!!

 

Finalmente o Noblat retoma o bom senso que durante este último ano lhe foi fugindo.

 

Está em seu Blog, no dia 14/07 – postado às 18:38

 

QUEM PARIU O PCC OU O VIU NASCER QUE O EMBALE

 

Circula nos altos escalões do governo de São Paulo cópia da degravação de uma conversa telefônica travada entre dois integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Um sugere ao outro que devem ser mortos "todos esses políticos". O outro pergunta: "Mas quais"? O autor da sugestão esclarece que se refere a políticos do PSDB e do PFL, poupando-se os do PT.

 

O governador Cláudio Lembo resiste à pressão para que divulgue a conversa grampeada com autorização da Justiça. O secretário de Segurança Pública é a favor da divulgação.
 
É com base em tal diálogo que cabeças coroadas do PFL e do PSDB tentam vender a história de que o PT estaria por trás dos  ataques promovidos pelo crime organizado em São Paulo.
 
O
senador Jorge Bornhausen, presidente do PFL, saiu na frente no início desta semana:

 

- O PT pode estar manuseando, manipulando essas ações [atentados].

 

O ex-governador Geraldo Alckmin e o ex-prefeito José Serra seguiram as pegadas de Bornhausen. Disse Alckmin:

 

- Tem muita coisa estranha por trás de tudo isso. Mas não vou fazer nenhuma observação de natureza política. Estranho a forma como a coisa ocorre, a época em que ocorre, a maneira como os atos são desencadeados.


Serra foi mais explícito:

 

- Basta você olhar os manifestos do crime organizado, o que eles dizem sobre a política, coisas que se diz que eles [criminosos] dizem, inclusive nas gravações.

 

Bateu o desespero na coligação PSDB-PFL. Muita gente ali teme que a onda de violência em São Paulo detenha o crescimento de Alckmin nas pesquisas eleitorais e subtraia a Serra as chances de se eleger governador ainda no primeiro turno.

 

Continua...



Escrito por NOOS às 12h30
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Cacarejou, botou, herr Bornhausen - continuação...

Pois bem, Garotinho ficou fora da disputa, e, mesmo ainda não tendo havido o primeiro turno, a oposição já se desespera com as evidências da reeleição do presidente Lula, e São Paulo explode.

Bornhausen, presidente do PFL, banqueiro, senador e nazista, "desconfia de elo do PT com o PCC". O velho golpista não aponta qualquer fato que evidencie tal ligação. Desconfio (também tenho o direito de desconfiar) que a onda de crimes em São Paulo está sendo provocada com a conivência desse tipo de raposa política, exatamente com o propósito de fazer tais acusações. Afinal, esse sujeito, que quer se ver livre da "raça", apoiou a ditadura da bomba do Rio Centro, da morte do marinheiro inglês, da tentativa de explosão do gasômetro, de dezenas de torturados e mortos. Portanto isso aí, pra gente (?) como ele seria como tirar pirulito de criança pequena. Tem mais: em minha terra, quando alguém reclama com veemência de um mau cheiro de origem desconhecida, torna-se logo suspeito da flatulência: "A galinha que cacarejou foi a que botou", dizem.

 

 

Comentário do Blog: Vocês sabem que eu sou suspeitíssimo para falar de política. Tenho lado, sou petista de carteirinha. Mas, isso não inviabiliza o que tenho a dizer, muito pelo contrário, mostra que não me omito em nenhum momento. Então, vamos lá:
Podem acusar o PT, o Lula, o governo federal do que quiserem. Quadrilha, como já disseram. Operadores de mensalão, como dizem. Incompetentes, como afirmam. Bêbado (esse específico pro Lula) e ignorante, como adoram os ’sem juízo’ e ’sem argumento’. Mas, de uma coisa não podem nos acusar (me incluo, pois como disse sou petista de carteirinha): de sermos responsáveis pela crise da segurança e pelo PCC.
Essa gente, os tucanos, estão no (des) governo há 12 anos em São Paulo. Foi durante esse tempo que esse hoje ‘jovenzinho rebelde’ (PCC) nasceu, cresceu e se tornou um adolescente capaz dessas atrocidades que estamos vendo. Mas, ai dizem: é, mas o Lula não investiu na segurança, o Lula é isso, o PT é aquilo. Tá bom, querem então colocar o governo federal no meio e não assumirem sua parcela de 90% do problema? (é justa a reivindicação, afinal segurança é uma questão de Estado e não de partidos) Então tá! Covas, Alckmin, Fernando Henrique somados dão 20 anos de PSDB. O Lula e o PT têm somente três. A verdade é essa. Querem politizar o debate (Serra, Alckmin, Borhausen) politizem. Mas, o façam com seriedade e embalem Matheus. Afinal, como diz o povão: quem o pariu!

fim.



Escrito por NOOS às 14h05
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Cacarejou, botou, herr Bornhausen - continuação...

Alguém imagina que o PCC, isoladamente (considerando-se as chamadas lideranças do crime organizado trancafiadas nas prisões), teria realmente poder para desencadear toda essa violência? Balela!

A imprensa trata muito pouco sobre as tais lideranças do PCC. Basicamente falam do Marcola. Até já criaram uma "entrevista" com o capo. Falaram em acordo do Estado com o PCC, e o resto é uma obscuridade total. Logo após uma série de atentados, com muitas vítimas nos necrotérios, os telejornais apresentam algum telefonema revelando a ordem para desencadear os ataques. Uma coisa à base do "passa o cerol geral". Pronto, está "esclarecida" a fonte dos ataques.

E os mortos?! Só aparecem as fotos de alguns (os criminosos) e uns poucos detalhes sobre os policiais assassinados. Hoje ocorreu um fato, no mínimo, curioso: um fusca velho e desbotado, todo perfurado à bala, e o repórter informando que seus ocupantes escaparam do confronto com a polícia, evadindo-se na noite da paulicéia desvairada. Tudo nebuloso. Dificilmente alguém sairia vivo daquele carrinho que mais parecia uma peneira. Depois disso, corta para o festival de acusações. Se as eleições acontecerem e o presidente Lula for reeleito, Alckmin, Bornhausen et caterva acusarão o PT de haver exterminado parte de seus eleitores.

Em fevereiro, escrevi um artigo intitulado "Seu último carnaval?", no qual previ uma onda de violência, no Rio de Janeiro, a partir de outubro, caso o candidato Garotinho fosse derrotado no primeiro turno. Eis um trecho do referido artigo:

"Imagine Lula e Serra (ou Alckmin) disputando o segundo turno da eleição presidencial. Isso quer dizer que Antony Garotinho estaria fora da disputa eleitoral. E, de acordo com as pesquisas e a opinião geral nos bares e esquinas do Rio, em 2007 a população do Estado do Rio de Janeiro vai estar livre da dupla macabra Rosinha-Garotinho. A não ser que o marido da governadora resolva gastar todo o orçamento de 2006 para elegê-la senadora. Mesmo assim, quando outubro vier, o comportamento da imprensa, hoje tratando o Rio de Janeiro como um oásis de paz, será modificado. O caveirão, o carro blindado da Polícia, a viatura sinistra que se tornou o terror das favelas cariocas, vai entrar em ação.

A
violência do outro lado do mundo praticamente sairá das pautas dos noticiários, abrindo-se espaço para as batalhas da guerra do tráfico carioca. Os choques das facções farão centenas de vítimas, as balas "perdidas" encontrarão seus destinos, e o inferno se abaterá sobre a Cidade Maravilhosa, tendo como testemunha o Cristo de braços abertos, lá no alto do Corcovado. Os televisores sangrarão, os jornais impressos se encharcarão de sangue; policiais, bandidos e vítimas inocentes serão enterradas em covas rasas, dessas que os tratores passam as lâminas, recolhem os cadáveres e despejam no lixão de Gramacho [ fato que estava ocorrendo na época]. A governadora Rosinha Matheus vai entregar ao seu sucessor os restos do Estado do Rio de Janeiro. Tudo será debitado na conta do governo federal: ' Que não liberou verbas orçamentárias para as áreas de segurança dos estados '. Quem escapar ouvirá".

continua...

 



Escrito por NOOS às 14h04
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Cacarejou, botou, herr Bornhausen


FERNANDO SOARES CAMPOS


O jornalista Alberto Dines sugere: "A violência precisa ficar fora da agenda eleitoral" (Observatório da Imprensa, 13/07/2006). Assim dito, no momento em que os partidos políticos oficializam os registros de seus candidatos à Presidência da República, aos governos dos estados, ao Senado, à Câmara Federal e às assembléias legislativas, até parece que o Dines está propondo que não se discuta a violência nos palanques. Mas, evidentemente, não é bem isso que ele está sugerindo. A proposta é NÃO tratar a violência nossa de cada dia como elemento gerador de votos.


Digamos que, numa plataforma política, o mais lógico seria que os candidatos apresentassem programas de ações em segurança pública que atendessem às necessidades da população, através de planos de prevenção e combate à violência. Programas que integrem e viabilizem as relações de cooperação entre os municípios, os estados e a União, utilizando-se os mais variados agentes sociais e institucionais disponíveis. Bonito, não é?! Bom, na hora do caça-voto, até que aparecem alguns arremedos de programa de segurança pública. Ou mesmo promessa de sistema carcerário com "padrão europeu de fuga em presídios", o modelo "euroquim" — europeu-Alckmin-tupiniquim.

O jornalista Alberto Dines certamente falou baseado no que estamos assistindo neste começo de campanha e propaganda política. Enquanto São Paulo contabiliza seus mortos, na onda de terrorismo desencadeada pelo crime organizado, o velho nazista Herr Bornhausen insinua que o PT tem ligação com a facção criminosa PCC, indicada como autora dos atentados que, até agora, já vitimaram centenas de pessoas, destruíram dezenas de ônibus, carros, lojas e agências bancárias. Imediatamente, o candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin determinou que tal relação (PT-PCC) deve ser "investigada".

Há poucos dias, Alckmin falou que o governo Lula é feito de "propaganda" : "Transposição do São Francisco não existe. Ferrovia Transnordestina não existe. Primeiro Emprego não existe. Banco Popular não existe. Fome Zero não existe. E nem existe a lei do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica). É tudo mentira política", garante o tucano, herdeiro de FHC.

Para Bornhausen e Alckmin, provavelmente os mortos na guerra paulista também não existiam, ou, lamentavelmente, já não existem como eleitores, que, para eles, deve ser a única forma possível de existência entre a plebe.

Uma amiga nos informa que ontem, participando de um debate na Universidade Federal Fluminense, sob o tema "Crime Organizado no Brasil", ouviu o sociólogo Luis Eduardo Soares afirmar que o PCC, apesar de ser um grupo criminoso voltado para os seus próprios interesses, está vinculado à política; portanto, na sua (dele) concepção, os acontecimentos recentes visam a "disputa pela Presidência da República" e as ações criminosas são politicamente orientadas "para atingir o candidato Alckmin". O sociólogo Luis Eduardo Soares é candidato a deputado federal pelo PPS. Alguma coisa precisa ser feita urgentemente! Do contrário, não caberão tantos cadáveres nos palanques.

continua...



Escrito por NOOS às 14h04
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HOMENAGEM AO BUSSUNDA – PARTE 3

 

FALA SÉRIO!!!

GERALDO ALCKMIN PRECISA OUVIR O BUSSUNDA

 

Artigo de Elio Gaspari (na Folha, para assinantes)

Você sabia que o Pão de Açúcar tem 396 metros de altura e o índice de fuga de presos em São Paulo é 0,13?

Geraldo Alckmin dá a impressão de reencarnar do sujeito que decorou a letra R da enciclopédia. Com uma diferença: memoriza números. O Estado que governou por cinco anos teve cerca de 50 agentes da ordem assassinados em menos de 90 dias, 1.500 presos foram confinados como bichos num espaço onde caberiam 150 e ele tem o seguinte a dizer: "A fuga no Estado de São Paulo no ano passado foi 0,13. Isso é número europeu".

Se o doutor estivesse no mundo do futebol, poderia anunciar que formará um time que faça muitas faltas, dê poucos passes e recue a bola sempre que possível. Um levantamento de 1.500 partidas feitos pelo Datafolha, mostra que essas são as características de 53% a 67% dos vencedores. E daí?

Quando os bandidos soltos matam policiais e agentes penitenciários na porta de suas casas, o índice de fugas é uma irrelevância. Quando os presos são tratados como bichos, transformando o poder coercitivo do Estado em selvageria, degrada-se o governo. Um cidadão disposto a apoiar medidas repressivas contra o crime organizado pode defender a pena de morte, a prisão perpétua ou os cárceres de segurança máxima.

São pontos de vista legítimos. Esse mesmo cidadão nada tem a ver com as práticas do presídio de Araraquara. Um homem de bem não se associa ao que se fez lá. Pena que o advogado Cláudio Lembo tenha deixado sua biografia escorregar numa administração na qual bandidos exterminam policiais e presos são vilipendiados.

As platitudes do candidato Alckmin fazem do conselheiro Acácio um James Joyce. Coisa assim, dita na convenção de Belo Horizonte: "Tenho uma visão de Estado que não comporta amadorismos". Ou assim, dita em Lisboa: "Nós estamos dando grande destaque à maior inserção internacional do Brasil. Queremos a busca de mercado internacional, acordos comerciais importantes". Fora disso, recita meia dúzia de números e supõe ter mostrado preparo para discutir a questão.

O índice europeu de fugas dos presídios paulistas tem pouco a ver com o que acontece no Brasil. Muito mais relevante é a indicação de que aqui morrem mais policiais do que em qualquer outro país. Isso numa cultura de segurança que mata mais cidadãos que todas as polícias da Europa somadas. Alckmin sabe que o eixo da discussão é esse. Seu secretário de Segurança, Saulo de Castro Abreu, a quem chamou de "servidor público número um", também sabe. A patuléia não está aí para ser ludibriada com números europeus em conserva.

O candidato do PSDB recitou o "0,13" antes de embarcar para Bruxelas e Lisboa. Na volta, poderá dizer se notou outra semelhança entre a segurança européia e a de São Paulo.

Alckmin cultiva um mantra de campanha. Seja qual for o tema, diz que Lula é omisso e que no seu governo haverá estudo, firmeza e determinação. No caso da segurança, por mais omisso que seja o Nosso Guia, o pudim paulista é de Geraldo Alckmin. A ruína não começou com ele, mas foi com ele quem cevou um modelo truculento e espalhafatoso que acabou em fracasso. Conseguiu o impossível: tornou-se páreo para Anthony Garotinho.

Alckmin deve uma caridade às platéias. Enquanto houver policiais espingardeados nas ruas de São Paulo, ao tratar de segurança, poderia atender ao pedido do Bussunda: "Fala sério".



Escrito por NOOS às 09h52
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HOMENAGEM AO BUSSUNDA – PARTE 2

 

FALA SÉRIO!!!

SEM VOTOS NO BRASIL, ALCKMIN FAZ CAMPANHA LÁ FORA


Embora esteja em franca desvantagem em relação a Lula na preferência do eleitorado, o candidato tucano Geraldo Alckmin resolveu fazer campanha no exterior. Concluiu nesta terça-feira uma viagem de dois dias à Europa. Seu último compromisso foi um encontro com o português José Manuel Durão Barroso, presidente da Comissão Européia.

 À saída, Alckmin desancou a política externa de Lula. Disse que a "obsessão" do presidente por uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU pôs em segundo plano os interesses comerciais do Brasil.

“A Alca não andou, o acordo com a União Européia também não, acordos bilaterais também não andaram. Eles ficaram mais limitados”, disse Alckmin, conforme relato da repórter Márcia Bizzotto. “Vejo que houve uma obsessão pela questão da cadeira no Conselho de Segurança da ONU e não houve, na prática, a concretização de nenhum acordo comercial.”

O que Alckmin esqueceu de mencionar é que a “obsessão” pela cadeira na ONU começou na gestão tucana de Fernando Henrique Cardoso. Ignorando o companheiro de partido, o candidato disse que, se eleito, vai priorizar a busca de novos mercados para produtos brasileiros.

“Temos que deixar de ser exportadores apenas de produtos primários”, disse ele. “Nesse caso, o mercado dos Estados Unidos é fundamental, porque a maior parte as nossas exportações para lá é de produto acabado, enquanto que a União Européia compra produtos agrícolas”.

Alckmin aproveitou para tirar uma casquinha de Lula e faturar junto ao eleitorado de pijama. Disse “lamentar profundamente” o veto do presidente ao aumento de 16,67% para os aposentados que recebem mais de um salário mínimo. Se fosse presidente, disse ele, teria criado condições para melhorar a situação dos aposentados. Como é só candidato, eximiu-se de dizer como faria a mágica de arrumar os R$ 7 bilhões que Lula diz não ter para pagar o reajuste das aposentadorias.

Alckmin também desdenhou do apoio da ala governista do PMDB ao adversário. Disse que as maiores lideranças do partido estão com ele. Citou Jarbas Vasconcellos (PE), Joaquim Roriz (DF) e Luiz Henrique da Silveira (SC). Desinformado, o candidato tucano esqueceu de incluir na sua lista o nome de Michel Temer (SP).

O presidente do PMDB declarou nesta terça-feira seu apoio formal ao presidenciável do PSDB. Não é, convenhamos, uma informação que um candidato tão necessitado de adesões devesse ignorar.

 



Escrito por NOOS às 09h48
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HOMENAGEM AO BUSSUNDA – PARTE 1

 

FALA SÉRIO!!!

Fiquei alguns dias sem postar nada. Era Copa do Mundo, queria assistir aos jogos (mesmo os mais horríveis) e presenciar mais um fiasco da seleção nacional, pois enquanto ‘essa gente’: Parreira, Zagallo, Américo Faria, Ricardo Teixeira, estiverem à frente da seleção nacional será assim: 'uma no cravo outra na ferradura'. Sendo que os fiascos sempre serão monumentais. Mas, esse é um outro assunto.

 

Como disse, fiquei algum tempo sem postar, neste tempo, fora a já anunciada derrota do ‘selecionado canarinho’ outras coisas importantes aconteceram, e outras seguiram seu rumo natural.

 

O que aconteceu de importante – e lamentável – foi a morte do humorista Bussunda. Coincidentemente, trabalhando na Copa do Mundo.

 

O que seguiu seu rumo natural foi a intenção de votos do presidente Lula, rumo ao segundo mandato.

 

Pois bem, os próximos dois ‘posts’ serão em homenagem a essas pessoas. Primeiro, a Bussunda. A homenagem será no título dos ‘posts’, que se chamarão: FALA SÉRIO!!! Uso texto do Elio Gaspari no segundo ‘post’ no qual me inspirei no título e para a homenagem.

 

Em segundo lugar, homenageio o presidente Lula (postanto um texto sobre o Chuchu), que apesar de tudo e de todos segue firme para a reeleição. Não bastasse seu governo, que é – disparadamente – o melhor que esse país já viu; apesar da Heloísa Helena e sua virulência neo-direitosa, apesar do Cristovan Buarque e seus recalques e ressentimentos (nos lembremos que o cara foi demitido feito técnico de futebol, por telefone), e apesar de uma direitona (TUCANALHA/PEFELENTA) que insiste em tentar – todos os dias nos últimos 3 anos – desestabilizar e aplicar um golpe contra o governo do PT e do Lula; a incompetência dos adversários ajuda em muito. Para vislumbrar o futuro é só dar uma ‘mirada’ no candidato que eles escolheram... Assim fica fácil demais, não tem graça.

 

Então, leiam os próximos dois ‘posts’ e vejam se não é para parafrasear o Bussunda: FALA SÉRIO!!!



Escrito por NOOS às 09h47
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